Ministra da Agricultura normatiza denominações das embalagens das águas de coco no país

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A ministra da Agricultura, Tereza Cristina Dias, publicou nesta última sexta-feira, 31 de janeiro, uma instrução normativa na qual abrange toda produção de água coco no Brasil.

De acordo com os anexos da instrução os produtores terão que regularizar a nomeclatura da embalagens quando forem realizar a venda da água de coco em todo o território nacional.

Só poderá ser identificada como água de coco ou água de coco integral, aquele produto que não tiver nenhum tido de aditivo, adição de água ou açucar. Ou seja, o produto basicamente in natura. 

Já os produtos que tiverem adição de água, açucares (não superiores a 0,5 grama por 100 ml) terão que ter a denominação de água de coco padronizada.

Os produtores e as industrias poderão ainda denominar de água de coco reconstituída, os produtos que forem desidratados com adição de água potável e açúcar.

Ainda foram normatizadas as seguintes denominações:

– ÁGUA DE COCO DESIDRATADA: é o produto submetido a um processo adequado de desidratação da água de coco integral, cujo teor de umidade seja igual ou inferior a 5,0% (cinco por cento).

– ÁGUA DE COCO CONCENTRADA: é o produto submetido a um processo adequado de concentração da água de coco integral, sem adição posterior de água potável, cujo teor de sólidos solúveis mínimos seja igual a 30% (trinta por cento).

Todas as águas de coco podem ser acrescentadas de gás carbônico, desde que os produtores acrescentem a terminologia “gaseificada” ao final da denominação.

A ministra ainda colocou com na instrução normativa, a proibição da colocação de qualquer tipo de corante e edulcorante no produto. E todos os produtos importados devem ser submetidos aos controles oficiais brasileiros e atender aos padrões da instrução normativa.

RÓTULOS

A partir de agora os rótulos deverão ter a denominação especificadas pela instrução, ou seja, agora a especificação da água de coco terá que ter as letras do mesmo tamanho na embalagem.

As industrias e produtores tem 12 meses, a partir de 31 de janeiro de 2020, para se adequarem.

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